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Lei Geral de Proteção de Dados: entenda suas implicações!

A Lei Geral de Proteção de Dados entrará em vigor em agosto de 2020. Criada para dar aos brasileiros mais controle sobre as suas informações pessoais, esse projeto merece a atenção de qualquer gestor que atue no nosso país.

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A Lei Geral de Proteção de Dados entrará em vigor em agosto de 2020. Criada para dar aos brasileiros mais controle sobre as suas informações pessoais, esse projeto merece a atenção de qualquer gestor que atue no nosso país.

Para te ajudar a compreender como a Lei Geral de Proteção de Dados afeta a sua empresa preparamos o post a seguir. Continue a leitura e veja como o negócio será afetado pela LGPD e o que fazer para se adaptar a ela!

O que é a Lei Geral de Proteção de Dados?

A Lei Geral de Proteção de Dados foi criada com o maior objetivo de tornar o uso, o compartilhamento e o armazenamento de dados mais transparente. Graças a ela, a partir de agosto de 2020, todas as instituições públicas e entes privados que atuam no Brasil deverão ter políticas de privacidade e uso de dados mais robustas e transparentes.

Quem não estiver alinhado poderá ser penalizado com multas de até 50 milhões de reais. Além disso, há a chance de as atividades do negócio serem total ou parcialmente suspensas até que o problema seja solucionado, ampliando os eventuais prejuízos que não cumprir essa regra traz.

Quais são as mudanças que essa lei traz?

Em resumo, todas as novas regras criam um cenário em que o consumidor terá mais controle sobre como os seus dados são utilizados. Entre as principais, nós podemos apontar:

  • as empresas devem solicitar ao consumidor o direito de coletarem dados;
  • sempre que existir uma mudança nas políticas de privacidade, o cliente deve ser informado;
  • as políticas de privacidade devem listar, de modo claro, os usos das informações;
  • o cliente pode pedir, a qualquer momento, para acessar os dados que forem coletados, assim como a sua exclusão, modificação ou portabilidade;
  • sempre que o uso de dados levar a decisões automatizadas (como análises de crédito), o cliente pode solicitar uma revisão da ação por um humano;
  • dados sensíveis (como gênero, condições de saúde e vida sexual) não devem ser utilizados para fins discriminatórios.

O governo também recomenda a todas as empresas que optem por utilizar informações de modo anônimo sempre que for possível e considere a segurança de dados um pré-requisito para criar aplicativos e sistemas. Vale destacar, porém, que fins acadêmicos, artísticos, jornalísticos e de segurança nacional não são aplicáveis às normas da LGPD.

Por que a minha empresa deve se adaptar a essa nova norma?

A segurança de dados, nos últimos anos, se tornou uma das principais preocupações de qualquer empresa. Ter um ambiente de trabalho robusto e confiável é fundamental para que a empresa possa entregar os resultados esperados pelos clientes. Afinal, ninguém quer investir em um negócio com más práticas de gerenciamento de informações.

A Lei Geral de Proteção de Dados forçará empresas a se atentarem mais a esse aspecto do seu dia a dia. Seja no uso de ERPs ou no investimento na nuvem, a privacidade sempre deverá ser considerada. Por isso, é importante que o negócio conheça as bases da LGPD e saiba como alinhar as rotinas de trabalho com essa norma.

Gostou da nossa dica? Agora que está mais informado sobre o tema, entenda como escolher um ERP que seja funcional e alinhado com as suas demandas de segurança de dados!

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